2009/09/06

O você pode professora...Atividade 4.3


Creio que o papel da profissional da Educação seja trabalhar em si e nos alunos o papel da autoria, através do desenvolvimento das habilidades e competências pertencentes a cada indivíduo.
A escola para tanto tem que se desacomodar e se reformular, ou melhor, se repaginar, pois nos moldes medievais que se encontra não poderá propor ao alunado um ambiente de interatividade e criação. Ela deve, juntamente com os seus profissionais, inteirar-se das novas Tecnologias de Informação para trabalhar com maior propriedade o conhecimento que já foi criado pelos grupos sociais de outrora criaram, para que este grupo que agora coexiste com as novas Tecnologias da Informação criar.
Para tanto a escola tem que se auto capacitar sempre e tirar partido de todos os profissionais que nela interagem, pois uma área completará e apoiará a outra no sentido de promover uma melhor qualidade de ensino.
Temos que ter como idéia que a questão que a experiência nos trás conhecimento, já a informação nos permite conhecimento e é a partir desta questão que devemos construir as nossas atitudes pedagogias traçar o que diante de tanto conhecimento e informação. O que realmente é pertinente o aluno interagir ou não.
A informação a ser transformada em conhecimento partido de que conhecimento uma determinada comunidade detém e como a mesma usa este conhecimento para filtrar as informações e conhecimentos que vem de outros agrupamentos sociais.
Para tanto a escola deve estar sempre prepara para reformular o seu currículo de maneira que o mesmo possa dar conta de toda esta instabilidade no campo do conhecimento e das novas informações.
Atualmente as crianças são identificadas como nativos digitais, do ponto de vista tecnológico, pois nasceram em um momento em que a informação e o conhecimento são passados as mesmas de uma maneira muito rápida através dos novos aparatos tecnológicos. Logo a profissional da Educação deve estar a par das novas Tecnologias da Informação, para tanto a mesma deve ousar e pesquisar sempre. A pesquisa, juntamente com as novas Tecnologias da Informação é importante e fundamental instrumento a ser usado na busca da transformação da informação em conhecimento.

Quem sou eu?

Minha foto
Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil
Professora de uma turma do 3º Ano e pela tarde responsável pelo programa Mais Educação. Sou uma pessoa elétrica, curiosa, meia faca na bota, amiga, observadora, metida, estudiosa, confiável (rsrsrsrs) e sei lá. Deixo os outros predicados para quem me conhece, pois o outro diz quem tu és. O melhor lugar do mundo é Maquiné. Amo ler. Leio tudo o que cair na minha mão.

O que achou do espaço?

A escola e as Tecnologias da Informação

A escola hoje em dia trabalha tanto de maneira medieval como de maneira contemporânea, pois ela tem que trabalhar as habilidades básicas no que se refere a comprensão do código da leitura e da escrita, para que esta se torne uma competência, que no futuro se tornará uma habilidade no campo das tecnologias da Informação. Diante disto ela ao mesmo tempo que alfabetiza informaticamente as professoras, alfabetiza também os alunos. Muitos até mesmo superam suas educadoras no manejo das tecnologias da informação, pois eles nasceram com elas. Não sendo este o caso da maioria das profissionais da Educação, que só foram interaragir com o computador saíndo da sua infância.
Isto causa um desconforto na profissional da Educação que tem que usar três ferramentas básicas no seu ambiente de trabalho: a pesquisa, a formação continuada e a humildade.
A pesquisa é um mote para uma boa profissional da Educação, pois temos, como qualquer outra profissional, que estar sempre atrás do novo. Lendo, discutindo, refutando idéias, acatando outras e criando. A profissional da Educação tem que ter autoria, pois só assim forma alunos autores.
No que se refere a formação continuada, ela é essencial. Temos que no cotidiano da escola saber trabalhar as habilidades, e digo mais, saber reconhecer estas nos alunos, para instigá-los a ir além. A profissional que não faz a busca constante e não duvida, se torna mera máquina dispensadora de conhecimentos socialmente acumulados.
No tocante a dúvida, não falo da dúvida ingênua, e sim daquela que motiva o educando a buscar e assim crescer e criar. A dúvida criativa.
Humildade! O palavrinha esquecida dos dicionários da vida! Ela é fundamental, pois com ela admitimos estar sempre em uma eterna busca. Numa infindável insaciedade do saber. É ouvir o que o educanco tem a dizer e utilizar isto como uma ferramenta de apoio para o surgimento de competências.
Diante disto eu me sinto desafiada a sempre buscar. Errando. Acertando. Buscando decifrar meios para que aquele educando que ainda não compreendeu os códigos de comunicação socialmente aceitos, compreenda-os e transforme os mesmos em habilidades para interagir com as Tecnologias da Educação e seja um autor, gerando assim competências. Ana Cristina

Repensando Atitudes