DEMO, Pedro. Habilidades do Século XXI. Disponível em: http://www.senac.br/BTS/342/artigo-1.pdf Acesso em: 7/8/10
A habilidade de se fazer algo é uma das ferramentas mais salientadas nos tempos atuais, ser habilidoso requer adaptar-se a todas as situações adversas que encontramos no cotidiano. Com esta idéia o estudioso Pedro Demo ressalta os desafios que as TICs apresentam diariamente para as pessoas. Ressalta a força que a Internet se impõem ao ser humano oferecendo uma gama quase que infinita de informações, nos passando a impressão de estarmos sempre aquém das últimas informações. Neste contexto ressalta o atraso das ciências pedagógicas no que se refere à fluência tecnológica e diante deste fato nos chama a tenção que a Pedagogia não se tornou mais hábil como ciência social e sim mais encaixada,pois está a mercê dos setores econômicos não tendo o objetivo maior que seria educar para viver melhor e sim educar para possuir ferramentas que possibilitem uma sobrevivência na selva econômica e social.
As novas alfabetizações se dão através do manejo das ferramentas que a Web 2 nos proporciona e a maioria dos professores nem alfabetizados são o que dirá letrados em Web 2. Diante deste panorama nas sala de aulas são cada vez mais comuns alunos que dominam plenamente as novas tecnologias e os professores diante deste panorama tem lentamente buscado formações continuadas, pois a sua clientela é nativa digital e os professores são migrantes digitais. As novas alfabetizações que são feitas através das TICs somam-se as antigas, pois uma depende da outra e o mercado de trabalho exige que isto aconteça. O tão usado verbo alfabetizar tem que ser conjugado no plural, pois com as TICs é necessário inúmeras alfabetizações para dar conta da fluência tecnológica. O autor também ressalta que um passo importante a ser realizado junto com a aquisição da fluência tecnológica é saber refletir sobre a mesma, não apenas se instrumentalizando nas tecnologias, mas penando até aonde as mesmas podem levar uma pessoa a crescer ou não.
Pedro Demo evidencia três horizontes a parti das abilidades e competêcnias. O primeiro seria o da autoria, onde deve ser contraposta com o plágio, ou seja a cultura do control C control V, e o quão é difícil buscar a originalidade das idéias e se manter aquém das que já existem. Neste contexto ele ressalta a importância dos softwares livres.
O segundo horizonte seria a criação crítica e autocrítica, ou seja o usuário das TICs se valer da web semântica para não cair nas ciladas do remix, sem deixar de lado a autoria coletiva.
O terceiro horizonte trata sobre a riqueza das redes sociais que leva o internauta a um novo modeo de produção do conhecimento, informação e cultura, onde a habilidade de saber pensar tem que ser exercitada no coletivo e não mais no individualismo. O que nos leva ao quarto horizonte que evidencia o saber pensar de maneira colaborativa.
E por último o quinto horizonte o autor afirma que há um novo ambiente para a teoria crítica, onde a mesma é revitalizada nos ambientes tecnológicos através do confronto saudável entre a teoria e a prática, a autoria se torna mais transparente e passível de críticas e autocríticas, há a participação de todos, existe a elaboração coletiva e aberta e por fim a uma extensa disseminação das idéias.
Por fim Pedro Demo ressalta que a melhor tecnologia ainda é o professor em sala de aula e que o mesmo deve ser reformatado de maneira que tenha um domínio tanto tecnológico como da semântica da Web 2 de maneira crítica e autocrítica.
Pesquisando sobre o uso dos objetos de aprendizagem e a importância da fluência tecnológica no cotidiano do professorado.
2010/08/29
2010/08/16
Pensando sobre Web2...
Como surgimento da Web2 veio até nós a possibilidade de interagir e com ela um universo significativo de ferramentas que posssibilitam a re-mixagem. Tais ferramentas de aprendizagem são construídas com códigos abertos. Código aberto,mas o que é isso em um programa? Bom são programas de computador, onde vocêpode alterar as ações e adaptá-las aos seus objetivos, como ressalta MEDEIROS, 2010.
Medeiros, Marcelo. Ferramentas livres para Ensinar e Criar. Revista TV Escola. Curutiba. Total Editora. maio/junho. 2010 p. 14-15.
Medeiros, Marcelo. Ferramentas livres para Ensinar e Criar. Revista TV Escola. Curutiba. Total Editora. maio/junho. 2010 p. 14-15.
2010/08/15
Como fazer um projeto de pesquisa
Olá colegas!
Aqui vai o link de um site bem legal. Ainda mais para quem está com dúvidas no seu projeto de pesquisa para a monografia.
Dá dica de tipos de pesquisas, metodologias e afins.
http://www.ead.unicamp.br/trabalho_pesquisa/bibliog_recom.htm
Vale apena!
Um abraço!
Aqui vai o link de um site bem legal. Ainda mais para quem está com dúvidas no seu projeto de pesquisa para a monografia.
Dá dica de tipos de pesquisas, metodologias e afins.
http://www.ead.unicamp.br/trabalho_pesquisa/bibliog_recom.htm
Vale apena!
Um abraço!
Mais bibliografia...
André, Claudio & Bruzzi, Demerval Guillarducci. Implementação e avaliação das tecnologias digitais na escola Educação científica e tecnológica no Brasil: avanços e desafios para o século XXI. In: Salto para o Futuro. Tecnologias digitais na educação. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Educação. Brasília- DF. Ano XIX boletim 19 - Novembro-Dezembro/2009
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília:MEC/SEF, 1997.
ISKANDAR, Jamil Ibrahim e BRUNETTI, Márcia Elizabeth. Para uma reflexão Ética sobre a Educação no Curso de Desing. Revista Educação e Ensino – USF, Bragança Paulista. v. 3, n. 2 p. 89 -100, jul/dez.1998
HUDAK. Christine A.. Linking Instrucional Theories and Instrucional Design to Learning Objects: A proposed Conpectual Framework. In: HARMAN, KEITH e KOOHANG, Alex. Learning Objects and Instructional Design. California. Informing Science Press. 2007.
TORREZZAN. Desing Pedagógico: Um olhar na construção de materiais digitais. UFRGS (Tese). Porto Alegre2009
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília:MEC/SEF, 1997.
ISKANDAR, Jamil Ibrahim e BRUNETTI, Márcia Elizabeth. Para uma reflexão Ética sobre a Educação no Curso de Desing. Revista Educação e Ensino – USF, Bragança Paulista. v. 3, n. 2 p. 89 -100, jul/dez.1998
HUDAK. Christine A.. Linking Instrucional Theories and Instrucional Design to Learning Objects: A proposed Conpectual Framework. In: HARMAN, KEITH e KOOHANG, Alex. Learning Objects and Instructional Design. California. Informing Science Press. 2007.
TORREZZAN. Desing Pedagógico: Um olhar na construção de materiais digitais. UFRGS (Tese). Porto Alegre2009
Objetos de Aprendizagem
Primeiras idéias....
A sala de aula é um lugar rico em experiências e experimentações. Atualmente estamos bem na fase de transição das tecnologias mais simples para as mais complexas, que nos exige uma maior profundidade no que se refere a como utiliza-las em sala de aula.
Usamos o quadro verde, que umas teimam em chamá-lo de negro, ainda resquícios do século passado.
Atualmente várias ferramentas podem ser agregadas às velhas tecnologias, tais como as mídias e todo o universo que as estruturas. Estas novas tecnologias são percebidas como objetos educacionais, pois serão usados juntamente com a intervenção da educadora como meio de ter acesso à informação e transforma-la em conhecimento.
Diante deste panorama me interesso por três áreas do conhecimento que envolvem o uso das mídias, são elas:
Ferramentas Educacionais: Como utiliza-las afim de criar espaços de aprendizagem e construção do conhecimento?
Objetos de Aprendizagem Digitais: o papel das ferramentas tecnológicas digitais no aprendizado através da internet e a importância da fluência tecnológica nos dias atuais.
Um abraço!
Ana
Bibliografia de Apoio
Hudak, Christine A. Linking Instructional Theories Desing to Learning Objects: A Proposed Conceptual Framework. In: Koohang,Alex e Harman, Keith. Learning objects and instructional design. Science Institute. Acesso em: 18/7/10http://books.google.com.br/books?id=DOZFrbLt1CUC&printsec=frontcover#v=onepage&q&f=false
PUC-RJ. Ergonomia e Usabilidade. Acesso em: 18/7/10. Disponível em: http://www2.dbd.puc-rio.br/pergamum/tesesabertas/0313143_06_cap_03.pdf
A sala de aula é um lugar rico em experiências e experimentações. Atualmente estamos bem na fase de transição das tecnologias mais simples para as mais complexas, que nos exige uma maior profundidade no que se refere a como utiliza-las em sala de aula.
Usamos o quadro verde, que umas teimam em chamá-lo de negro, ainda resquícios do século passado.
Atualmente várias ferramentas podem ser agregadas às velhas tecnologias, tais como as mídias e todo o universo que as estruturas. Estas novas tecnologias são percebidas como objetos educacionais, pois serão usados juntamente com a intervenção da educadora como meio de ter acesso à informação e transforma-la em conhecimento.
Diante deste panorama me interesso por três áreas do conhecimento que envolvem o uso das mídias, são elas:
Ferramentas Educacionais: Como utiliza-las afim de criar espaços de aprendizagem e construção do conhecimento?
Objetos de Aprendizagem Digitais: o papel das ferramentas tecnológicas digitais no aprendizado através da internet e a importância da fluência tecnológica nos dias atuais.
Um abraço!
Ana
Bibliografia de Apoio
Hudak, Christine A. Linking Instructional Theories Desing to Learning Objects: A Proposed Conceptual Framework. In: Koohang,Alex e Harman, Keith. Learning objects and instructional design. Science Institute. Acesso em: 18/7/10http://books.google.com.br/books?id=DOZFrbLt1CUC&printsec=frontcover#v=onepage&q&f=false
PUC-RJ. Ergonomia e Usabilidade. Acesso em: 18/7/10. Disponível em: http://www2.dbd.puc-rio.br/pergamum/tesesabertas/0313143_06_cap_03.pdf
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Quem sou eu?
- Ana Cristina
- Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil
- Professora de uma turma do 3º Ano e pela tarde responsável pelo programa Mais Educação. Sou uma pessoa elétrica, curiosa, meia faca na bota, amiga, observadora, metida, estudiosa, confiável (rsrsrsrs) e sei lá. Deixo os outros predicados para quem me conhece, pois o outro diz quem tu és. O melhor lugar do mundo é Maquiné. Amo ler. Leio tudo o que cair na minha mão.
O que achou do espaço?
A escola e as Tecnologias da Informação
A escola hoje em dia trabalha tanto de maneira medieval como de maneira contemporânea, pois ela tem que trabalhar as habilidades básicas no que se refere a comprensão do código da leitura e da escrita, para que esta se torne uma competência, que no futuro se tornará uma habilidade no campo das tecnologias da Informação. Diante disto ela ao mesmo tempo que alfabetiza informaticamente as professoras, alfabetiza também os alunos. Muitos até mesmo superam suas educadoras no manejo das tecnologias da informação, pois eles nasceram com elas. Não sendo este o caso da maioria das profissionais da Educação, que só foram interaragir com o computador saíndo da sua infância.
Isto causa um desconforto na profissional da Educação que tem que usar três ferramentas básicas no seu ambiente de trabalho: a pesquisa, a formação continuada e a humildade.
A pesquisa é um mote para uma boa profissional da Educação, pois temos, como qualquer outra profissional, que estar sempre atrás do novo. Lendo, discutindo, refutando idéias, acatando outras e criando. A profissional da Educação tem que ter autoria, pois só assim forma alunos autores.
No que se refere a formação continuada, ela é essencial. Temos que no cotidiano da escola saber trabalhar as habilidades, e digo mais, saber reconhecer estas nos alunos, para instigá-los a ir além. A profissional que não faz a busca constante e não duvida, se torna mera máquina dispensadora de conhecimentos socialmente acumulados.
No tocante a dúvida, não falo da dúvida ingênua, e sim daquela que motiva o educando a buscar e assim crescer e criar. A dúvida criativa.
Humildade! O palavrinha esquecida dos dicionários da vida! Ela é fundamental, pois com ela admitimos estar sempre em uma eterna busca. Numa infindável insaciedade do saber. É ouvir o que o educanco tem a dizer e utilizar isto como uma ferramenta de apoio para o surgimento de competências.
Diante disto eu me sinto desafiada a sempre buscar. Errando. Acertando. Buscando decifrar meios para que aquele educando que ainda não compreendeu os códigos de comunicação socialmente aceitos, compreenda-os e transforme os mesmos em habilidades para interagir com as Tecnologias da Educação e seja um autor, gerando assim competências. Ana Cristina
Isto causa um desconforto na profissional da Educação que tem que usar três ferramentas básicas no seu ambiente de trabalho: a pesquisa, a formação continuada e a humildade.
A pesquisa é um mote para uma boa profissional da Educação, pois temos, como qualquer outra profissional, que estar sempre atrás do novo. Lendo, discutindo, refutando idéias, acatando outras e criando. A profissional da Educação tem que ter autoria, pois só assim forma alunos autores.
No que se refere a formação continuada, ela é essencial. Temos que no cotidiano da escola saber trabalhar as habilidades, e digo mais, saber reconhecer estas nos alunos, para instigá-los a ir além. A profissional que não faz a busca constante e não duvida, se torna mera máquina dispensadora de conhecimentos socialmente acumulados.
No tocante a dúvida, não falo da dúvida ingênua, e sim daquela que motiva o educando a buscar e assim crescer e criar. A dúvida criativa.
Humildade! O palavrinha esquecida dos dicionários da vida! Ela é fundamental, pois com ela admitimos estar sempre em uma eterna busca. Numa infindável insaciedade do saber. É ouvir o que o educanco tem a dizer e utilizar isto como uma ferramenta de apoio para o surgimento de competências.
Diante disto eu me sinto desafiada a sempre buscar. Errando. Acertando. Buscando decifrar meios para que aquele educando que ainda não compreendeu os códigos de comunicação socialmente aceitos, compreenda-os e transforme os mesmos em habilidades para interagir com as Tecnologias da Educação e seja um autor, gerando assim competências. Ana Cristina
