Como surgimento da Web2 veio até nós a possibilidade de interagir e com ela um universo significativo de ferramentas que posssibilitam a re-mixagem. Tais ferramentas de aprendizagem são construídas com códigos abertos. Código aberto,mas o que é isso em um programa? Bom são programas de computador, onde vocêpode alterar as ações e adaptá-las aos seus objetivos, como ressalta MEDEIROS, 2010.
Medeiros, Marcelo. Ferramentas livres para Ensinar e Criar. Revista TV Escola. Curutiba. Total Editora. maio/junho. 2010 p. 14-15.
Pesquisando sobre o uso dos objetos de aprendizagem e a importância da fluência tecnológica no cotidiano do professorado.
2010/08/16
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Quem sou eu?
- Ana Cristina
- Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil
- Professora de uma turma do 3º Ano e pela tarde responsável pelo programa Mais Educação. Sou uma pessoa elétrica, curiosa, meia faca na bota, amiga, observadora, metida, estudiosa, confiável (rsrsrsrs) e sei lá. Deixo os outros predicados para quem me conhece, pois o outro diz quem tu és. O melhor lugar do mundo é Maquiné. Amo ler. Leio tudo o que cair na minha mão.
O que achou do espaço?
A escola e as Tecnologias da Informação
A escola hoje em dia trabalha tanto de maneira medieval como de maneira contemporânea, pois ela tem que trabalhar as habilidades básicas no que se refere a comprensão do código da leitura e da escrita, para que esta se torne uma competência, que no futuro se tornará uma habilidade no campo das tecnologias da Informação. Diante disto ela ao mesmo tempo que alfabetiza informaticamente as professoras, alfabetiza também os alunos. Muitos até mesmo superam suas educadoras no manejo das tecnologias da informação, pois eles nasceram com elas. Não sendo este o caso da maioria das profissionais da Educação, que só foram interaragir com o computador saíndo da sua infância.
Isto causa um desconforto na profissional da Educação que tem que usar três ferramentas básicas no seu ambiente de trabalho: a pesquisa, a formação continuada e a humildade.
A pesquisa é um mote para uma boa profissional da Educação, pois temos, como qualquer outra profissional, que estar sempre atrás do novo. Lendo, discutindo, refutando idéias, acatando outras e criando. A profissional da Educação tem que ter autoria, pois só assim forma alunos autores.
No que se refere a formação continuada, ela é essencial. Temos que no cotidiano da escola saber trabalhar as habilidades, e digo mais, saber reconhecer estas nos alunos, para instigá-los a ir além. A profissional que não faz a busca constante e não duvida, se torna mera máquina dispensadora de conhecimentos socialmente acumulados.
No tocante a dúvida, não falo da dúvida ingênua, e sim daquela que motiva o educando a buscar e assim crescer e criar. A dúvida criativa.
Humildade! O palavrinha esquecida dos dicionários da vida! Ela é fundamental, pois com ela admitimos estar sempre em uma eterna busca. Numa infindável insaciedade do saber. É ouvir o que o educanco tem a dizer e utilizar isto como uma ferramenta de apoio para o surgimento de competências.
Diante disto eu me sinto desafiada a sempre buscar. Errando. Acertando. Buscando decifrar meios para que aquele educando que ainda não compreendeu os códigos de comunicação socialmente aceitos, compreenda-os e transforme os mesmos em habilidades para interagir com as Tecnologias da Educação e seja um autor, gerando assim competências. Ana Cristina
Isto causa um desconforto na profissional da Educação que tem que usar três ferramentas básicas no seu ambiente de trabalho: a pesquisa, a formação continuada e a humildade.
A pesquisa é um mote para uma boa profissional da Educação, pois temos, como qualquer outra profissional, que estar sempre atrás do novo. Lendo, discutindo, refutando idéias, acatando outras e criando. A profissional da Educação tem que ter autoria, pois só assim forma alunos autores.
No que se refere a formação continuada, ela é essencial. Temos que no cotidiano da escola saber trabalhar as habilidades, e digo mais, saber reconhecer estas nos alunos, para instigá-los a ir além. A profissional que não faz a busca constante e não duvida, se torna mera máquina dispensadora de conhecimentos socialmente acumulados.
No tocante a dúvida, não falo da dúvida ingênua, e sim daquela que motiva o educando a buscar e assim crescer e criar. A dúvida criativa.
Humildade! O palavrinha esquecida dos dicionários da vida! Ela é fundamental, pois com ela admitimos estar sempre em uma eterna busca. Numa infindável insaciedade do saber. É ouvir o que o educanco tem a dizer e utilizar isto como uma ferramenta de apoio para o surgimento de competências.
Diante disto eu me sinto desafiada a sempre buscar. Errando. Acertando. Buscando decifrar meios para que aquele educando que ainda não compreendeu os códigos de comunicação socialmente aceitos, compreenda-os e transforme os mesmos em habilidades para interagir com as Tecnologias da Educação e seja um autor, gerando assim competências. Ana Cristina
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